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Cercopithecus neglectus

  • Um dos primatas africanos de distribuição geográfica mais ampla em florestas.
  • Endémico de áreas alagadas da África Central.
  • Localmente é conhecido por "macaco-do-pântano" ou Macaco de Brazza (por ter sido descoberto por Pierre Savorgnan De Brazza).
  • Devido a sua aparência distinta, é referido também como o macaco Ayatollah por possui barba parecida com Aiatolá Ruhollah Khomeini (autoridade religiosa xiita iraniana, líder espiritual e político da Revolução Iraniana de 1979).
  • Geralmente ocupa regiões florestais perto de rios e vias de água, relativamente às florestas montanhosas podem situar-se até elevações de 2.200 metros.
  • Distingue-se pela coroa negra de onde se destaca um crescente de cor alaranjada acima das sobrancelhas.
  • Têm a maioria do pelo cinzento, mas por vezes também meio alaranjado.
  • Ambos os sexos apresentam barba longa e focinho brancos.
  • Os membros e a cauda são pretos.
  • As nádegas e a zona interior das coxas estão também cobertas por pêlo branco. Além disso, também possui uma listra branca nas coxas.
  • Têm as pálpebras brancas.
  • Machos possuem o escroto azul.
  • Diurnos.
  • São principalmente arborícolas, mas também andam no solo.
  • De dieta são frugívoros, omnívoros. Alimenta-se sobretudo de frutos, mas também de folhas e presas animais como insetos e répteis.
  • É uma espécie sexualmente dimórfica: machos pesam cerca de 5 a 7 kg, enquanto fêmeas pesam até 4kg.
  • A cauda é maior que o torso, tendo 70 cm de comprimento.
  • Vivem em pequenos grupos sociais. Geralmente, multi-macho / multi-fêmea (8 a 10, por vezes 25 indivíduos), mas também há grupos mais pequenos monogâmicos.
  • É uma espécie tímida e discreta, evita fazer vocalizações de grupo, só em caso de perigo, e de formar grupos muito grandes.
  • Nos grupos multi-macho / multi-fêmea existe uma hierarquia, com um macho dominante.
  • O acasalamento pode ocorrer em qualquer altura do ano.
  • A espécie é vivípara, portanto, os seres se desenvolvem no útero materno, similar aos humanos.
  • Investimento parental feminino. A cria é responsabilidade apenas da progenitora, que a amamenta até ter cerca de um ano de idade. Há um vínculo de ligação forte entre a progenitora e a cria nesta espécie.
  • A cria normalmente é transportada no ventre da progenitora. A fim de reduzir o risco de predação, a cria agarra-se firmemente ao estômago da mãe.
  • O desmame ocorre após cerca de um ano, mas os jovens começam a experimentar comida sólida após aproximadamente dois meses de idade.
  • Os machos do grupo migram, enquanto que as fêmeas permanecem no grupo.
  • Primatas territoriais. Mantêm pequenos territórios que marcam com saliva e cheiro. Apesar disso, não demonstram qualquer agressão em relação a outros grupos de macacos de Brazza que entram nessas áreas. Em contraste, quando a invasão é feita por uma espécie diferente de macaco, os macacos de De Brazza podem tornar-se extremamente hostis, e todo o grupo se envolve na expulsão da força do intruso.
  • Possuem predadores como o leopardo, o chimpanzé-comum e seres humanos (com o comércio da caça para alimentação humana e a desflorestação sobretudo para a indústria madeireira e para a expansão agrícola, são as maiores ameaças à sobrevivência desta espécie).
  • Ambos os sexos possuem bolsas nas bochechas para carregar comida enquanto forrageiam e guardá-la para se alimentarem mais tarde num local seguro.
  • Quando se sentes observados podem permanecer imóveis ou fugir silenciosamente. Já quando se sentem em perigo, o macho dominante tenta distrair o predador ou atacá-lo. Na técnica da distração, o macho sobe a uma árvore e começa a imitir vocalizações, enquanto que as fêmeas e as crias geralmente se escondem. Os macacos brazza possuem boas habilidades a esconder.
  • Pode viver até 22 anos na natureza.











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