Numa perspectiva esotérica, cristais são pequenas fontes de energia presentes na Terra há milhões
de anos. Eles estão no planeta para prestar auxílio, para nos
ajudarem no nosso caminho ao darem-nos força e apoio nas fases mais
difíceis. Isto é cumprido através do contacto entre cristal-indivíduo.
Nada
está presente neste mundo por acaso. Cada tipo de cristal é único nos
seus poderes de tratamento. Eles têm uma missão e propósito aqui no
planeta como nós temos a nossa. São uma dádiva do universo, um presente
recebido e acolhido na natureza.
Na
obtenção de um cristal é importante ter em mente que a compra não irá
ser totalmente nossa. Com esta afirmação pretendo dizer que o cristal,
através da sua atração energética, é que acaba por escolher a pessoa.
Para tal se suceder é necessário sentir a vibração, a energia que este
possuiu. Se for destro, a mão esquerda é a adequada para segurar o
cristal; se for esquerdino, a mão direita é a que deve ser utilizada.
Isto porque é a mão menos usada no dia a dia, logo a mais sensível, ou
seja, a mais recetível a receber as energias. Já a mão contrária,
normalmente a usada para escrever, tem a função oposta, a de transmitir a
energia.
A sensação de vibração, como um formigueiro, o sentir do pulsar do coração ou simplesmente uma mudança de temperatura das mãos (quer quente ou fria), irá significar que o cristal nos escolheu e aceitou ajudar-nos a ultrapassar os nossos problemas. Quanto mais intensidade dessa energia melhor. Tal acontecimento é um momento especial na vida da pessoa, já que a vai acabar por transformar de maneira significante.
A sensação de vibração, como um formigueiro, o sentir do pulsar do coração ou simplesmente uma mudança de temperatura das mãos (quer quente ou fria), irá significar que o cristal nos escolheu e aceitou ajudar-nos a ultrapassar os nossos problemas. Quanto mais intensidade dessa energia melhor. Tal acontecimento é um momento especial na vida da pessoa, já que a vai acabar por transformar de maneira significante.
A
quebra de um cristal é um ato que, acidentalmente ou não, poderá
acontecer a qualquer momento. Nesta situação a pessoa pode ver isso como
um sinal de missão concluída por parte do cristal, em que a ajuda dele
já não é mais necessária para o momento atual. O procedimento mais
correto a seguir neste caso não é colocar o cristal no lixo mas sim deixá-lo
na natureza, no seu lugar de origem. No mar, enterrado no jardim ou até
mesmo num vaso são sítios ideais que podem servir de exemplo.
Os cristais devem ser tratados como amigos, estes cuidam de nós. A nossa função é cuidar também bem deles.

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